OUTUBRO ROSA. O CÂNCER DE MAMA É REAL. SE TOQUE!

OUTUBRO ROSA.  O CÂNCER DE MAMA É REAL. SE TOQUE!

O MÊS DE OUTUBRO É RECONHECIDO MUNDIALMENTE POR “OUTUBRO ROSA”, DESDE OS ANOS 90. EM 2021, O MOTE DA CAMPANHA NO BRASIL É: “EU CUIDO DE MINHA SAÚDE TODOS OS DIAS. E VOCÊ?”

Entre as leis naturais e universais que regem o mundo, o Mentalismo está entre as mais importantes e a base de tudo são as ideias. Por isso, para vencer uma luta, é preciso que se crie consciência. A criação de uma consciência combativa e preventiva é um processo concebido que demanda um projeto, estrutura-se e se concentra em um objetivo até que seja alcançado. Combater o câncer de mama e do colo do útero, reduzir sua incidência e, se possível, erradicá-lo, foi e continua sendo um desses objetivos.

Alcançá-lo dependia de acesso a informações corretas, serviços de diagnóstico e de tratamento para reduzir a mortalidade decorrente. Tornava-se fundamental também promover eventos, debates e apresentações, produzir materiais e recursos educativos para disseminar informações sobre fatores protetores e detecção precoce do “inimigo” com o fim de reduzi-lo drasticamente. Esse tem sido um combate sem tréguas e a guarda não pode ficar baixada.

A necessidade de combater esse “inimigo” letal está na raiz da campanha do laço cor-de-rosa, criada no início da década de 1990 pela Susan G. Komen Foundation, em Dallas, no Texas, Estados Unidos. A campanha cresceu e chegou ao movimento Outubro Rosa que o mundo conhece, inclusive o Brasil. O que foi, um dia, uma ideia tornou-se uma realidade, cuja expressão máxima é a Fundação acima e a sua razão de ser.

 

Quem foi Susan G. Komen?

A Susan G. Komen Breast Cancer Foundation foi fundada por Nancy G. Brinker em 1982, que prometera à sua irmã – a própria Susan – que combateria e tentaria dar fim à doença que lhe tirara a vida. Prometera que lutaria para que outras pessoas não morressem do mesmo mal. Este foi um momento decisivo, destes raros na humanidade, em que o bem se transforma em causa, fortalece-se, encontra solidariedade e toma conta do mundo.

Em 1983, a Fundação organizou a primeira “Corrida pela Cura” em Dallas, com cerca de 800 participantes. Em 2002, já eram 1.300.000 participantes, centenas de corridas em todo os país, que resultaram, em 1997, no movimento Outubro Rosa (Pink October), com o objetivo de arrecadar fundos. Difundiu-se o costume, principalmente nos Estados Unidos, de decorar com os laços cor-de-rosa estabelecimentos, lugares, ruas, árvores, carros, motos, bicicletas, ônibus, trens, metrôs. Monumentos começaram a ser tomados de luzes cor-de-rosa à noite.  Este costume também existe, hoje, no Brasil. Já vimos o Cristo Redentor, o Elevador Lacerda, a Ponte Estaiada, o Jardim Botânico de Curitiba e outros acesos na cor rosa. O laço virou símbolo e tomou conta da consciência de milhões de pessoas e instituições ao redor do planeta. 

O câncer de mama, porém, continua uma realidade, ainda hoje, e atinge cerca de 60 mil mulheres no Brasil e de 2, 5 milhões no mundo. O Brasil convive com a triste estimativa de 18 mil óbitos por ano. Outros cânceres também acometem as mulheres, como o do colo de útero. O laço cor-de-rosa continua promovendo a conscientização para mais acesso a serviços de diagnóstico, que contribuem para redução da doença e consequentemente da mortalidade.

 

Mulher, se toque, se cuide e se ame!

No câncer de mama ocorre um desenvolvimento anormal das células da mama, multiplicam-se repetidamente até formarem um tumor maligno, que pode ser percebido pela mulher na forma de um caroço no seio, acompanhado ou não de dor.

A pele da mama pode ficar parecida com uma casca de laranja e podem aparecer pequenos caroços embaixo do braço. Os especialistas advertem, no entanto, que nem todo caroço é um câncer de mama, por isso é importante consultar um profissional de saúde.

Neste contexto, o autoexame ganha muita importância, pois a maioria dos tumores, mesmo em fase inicial, pode e é detectada pela própria mulher. Havendo desconfiança, a atitude preventiva é procurar o serviço de saúde, mesmo que não haja sintomas!

Os especialistas chamam a atenção para 6 pontos importantes:

1.      Se uma pessoa da família – principalmente a mãe, irmã ou filha – teve essa doença antes dos 50 anos de idade, há mais chances de a mulher ter um câncer de mama.

2.      Quem já teve câncer em uma das mamas ou câncer de ovário, em qualquer idade, deve ficar mais atenta e, à menor desconfiança, procurar ajuda preventiva.

3.      As mulheres com maior risco de ter o câncer de mama devem tomar cuidados especiais, fazendo, a partir dos 35 anos, o exame clínico das mamas e a mamografia, uma vez por ano.

4.      O autoexame é importante, mas não substitui o exame clínico das mamas por profissionais treinados.

5.      Além do autoexame e do exame por especialistas, é importante preventivamente ter uma alimentação saudável e equilibrada à base de frutas, legumes e verduras, praticar atividades físicas e não fumar. Com essas 3 medidas, é possível reduzir até 15% a chance de ocorrer o câncer de mama.

6.      Prevenir é – e sempre foi – o melhor remédio.

 

Informação, educação e consciência salvam!

Há uma quantidade imensa de informações disponíveis hoje, mas devemos lembrar que, em um país desigual e injusto como o Brasil, ainda há milhões de brasileiros excluídos social e digitalmente e são alijados dessas informações, bem como de educação e cultura preventiva. “Persistem as desigualdades regionais e de faixas de renda, filtrando o acesso das mulheres ao rastreamento na faixa etária indicada, segundo o chefe da Divisão de Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede do INCA, Arn Migowski. ‘Nos últimos dois anos ou menos, 58,3% das mulheres têm realizado exame [de mamografia], mas com variação regional considerável, tendo resultados piores no Norte do Brasil [43,2%] e melhores resultados no Sudeste [65,2%]”. (https://www.inca.gov.br/noticias/habitos-saudaveis-podem-reduzir-incidencia-de-cancer-de-mama). Esta desigualdade é um grande obstáculo para a redução significativa do câncer de mama e outros cânceres, o que faz do Outubro Rosa uma campanha de grande importância, literalmente vital!

Segundo o INCA – Instituto Nacional do Câncer, do Ministério da Saúde, a redução do número de mortes causadas por cânceres de mama e do colo de útero, principalmente, é um dos compromissos do Brasil na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, cujo objetivo é reduzir de 30% para 16% as taxas de morte do câncer de mama. As projeções, no entanto, indicam resiliência e têm apontado para a manutenção da taxa em 26%. O “inimigo”, portanto, resiste, e o desafio continua. Há muito por fazer.

As empresas, órgãos de classe, instituições, grande mídia, políticas de governo, comunidades – enfim, toda a sociedade organizada – devem se engajar na disseminação de informações qualificadas até que hábitos preventivos sejam incorporados na rotina das pessoas – das mulheres em especial – na educação e cultura, até invadir a consciência de todos, para que menos famílias sejam devastadas pela letalidade desta doença inclemente e ainda muito presente entre nós.

A Woson, cumprindo sua função social, apoia integralmente a Campanha Outubro Rosa.

 

Woson

O bem-estar das pessoas é nossa energia!

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Waldomiro Peixoto
Consultor Técnico Woson


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